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terça-feira, 15 de março de 2011

Jatene X CBF


O governador Simão Jatene esteve ontem, 14, com o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira, na sede da entidade, no Rio de Janeiro. A visita foi acompanhada pelo senador Flexa Ribeiro e pelo presidente da Federação Paraense de Futebol, Antonio Carlos Nunes de Lima.

Durante a reunião, Jatene ressaltou a importância de trazer para Belém algum dos jogos preparativos da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2014 e, ainda, outras seleções na fase de preparação para o Mundial. O governador defende a idéia da capital paraense sediar alguns eventos como uma forma de compensação, já que foi excluída da lista das cidades que servirão como sub-sede da Copa. Na Região Norte, apenas a capital amazonense está entre as 12 cidades escolhidas para sediar o evento, que acontecerá no Brasil pela segunda vez desde a criação do campeonato mundial, em 1930.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Gastos com estádios fazem Copa do Mundo no Brasil bater recorde de custos

País prevê desembolsar mais de R$ 5 bi, praticamente o dobro do gasto na Alemanha


Estádio do Corinthians, em Itaquera, tem custo avaliado em R$ 600 milhões.

A Copa do Mundo no Brasil, em 2014, deve ser a mais cara da história em termos de investimento em estádios, revela o jornal Estado de S. Paulo. A publicação cruzou dados dos últimos Mundiais e concluiu que a previsão de gastos do país (que já passa de R$ 5 bilhões) coloca o Mundial brasileiro como o mais custoso dos últimos tempos.

A Alemanha, por exemplo, gastou praticamente a metade desse valor para fazer a Copa de 2006. O Mundial da África do Sul, neste ano, custou cerca de R$ 4 bilhões. Inicialmente, a previsão era de que a construção e reforma de estádios brasileiros para o Mundial custariam por volta de R$ 3,7 bilhões.

A comparação com o gasto previsto pelos candidatos a sediar as Copas de 2018 e 2022 também mostra que o Brasil deve gastar mais do que os países que receberão os próximos mundiais. Apenas a Rússia prevê gastos maiores do que os do Brasil – na casa dos R$ 6,5 bilhões. Espanha e Portugal, por exemplo, preveem gasto de R$ 3,5 bilhões para receber o Mundial de 2018 – os países pleiteiam candidatura conjunta. A Inglaterra, outra candidata, estima gastos semelhantes. Já o Qatar fala em gastar pouco mais de R$ 5 bilhões para construir 13 estádios para o Mundial de 2022.