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domingo, 22 de maio de 2011

Empreendedorismo com visão 360º do Eike Batista

Neste post, gostaria de apresentá-los o processo de empreender criado pelo Eike Batista.

eike batista Empreendedorismo com visão 360º do Eike Batista

Amigos, empreendedorismo é um conceito que pode ser utilizado por toda a nossa vida, independente se iremos ou não abrir um próprio negócio. Encontrei na Wikipedia uma definição muito bacana de empreendedor:

“É o profissional inovador que modifica, com sua forma de agir, qualquer área do conhecimento humano”.

Na semana passada, tive o privilégio de conhecer o blog do Eike Batista, o homem mais rico do Brasil e fundador do grupo EBX, recordista em valores em um IPO na Bolsa de Valores de São Paulo. Temos dúvida de que teremos muito a aprender com ele?

O “carro-chefe” do seu blog é a chamada Visão 360º de Empreender, um modelo criado por ele que cita alguns processos básicos necessários a todo empreendedor. O segredo, segundo um post que trata do assunto, é tocar todas as áreas sem descuido de nenhuma parte.

O modelo aborda oito visões principais, chamadas de áreas: engenharia da engenharia, engenharia de pessoas (equipe), engenharia financeira, engenharia jurídica, engenharia política, engenharia logística, engenharia de marketing e engenharia ambiental e social. Em volta do modelo, alguns valores básicos para que sejam lembrados: paixão, humildade, meritocracia, conectividade, dividir resultados, capital de risco, sorte, pensar grande, stop loss, transparência e ética, fluidez, perseverança e liderança.

Parece desafiador lembrar de todas essas áreas e valores em todo o momento. Reflita sobre esses valores. Repare que a sorte é apenas um dos “facilitadores”. Além da sorte, existem itens que só dependem de nós mesmos. Tente ligar essas palavras-chave à sua carreira. Palavras como paixão, humildade, conectividade, pensar grande, transparência e ética, perseverança e liderança podem ser facilmente ligadas ao nosso dia-a-dia no meio empresarial. Será que temos dado a devida importância a todas elas?

Vamos discutir um pouco sobre esse modelo? Deixe seu comentário!

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Bel Mesquita anuncia hoje, no Argumento da RBA, que será novamente candidata a prefeita de Parauapebas.


A ex-deputada Bel Mesquita, atual diretora do Ministério do Turismo, estará nesta segunda, no Argumento da RBA. Ela vai falar a respeito de sua candidatura a prefeitura de Parauapebas, e de sua atuação no Ministério do Turismo no Governo Dilma.

Tapajós e Carajás seriam estados inviáveis, calcula economista do Ipea

Preocupados com a redução do poder do Sudeste sobre o resto do Brasil, setores representantes daquela região,como a imprensa, por exemplo, começam seus ataques à divisão do Estado do Pará

Abaixo,publico, na íntegra, matéria veiculada no site G1, da Globo, sobre uma "análise" feita, a pedido da mesma, sobre a viabilidade da criação dos novos Estados, carajás e Tapajós. Percebe-se claramente que há, já um movimento por parte da imprensa nacional, de discriminar esses movimentos separatistas, não importando o quão abandonadas essas regiões estejam. O objetivo é o de manter o poder de decidir o futuro deste país, levando em consideração unicamente os interesses da maior região do Brasil e mantendo o Norte meramente como pasto e mina e o centro-oeste, como um celeiro para seus mehores interesses. Leiam e tirem suas conclusões:

Matéria do Site G1

Caso cheguem a ser criados, os estados de Carajás e Tapajós serão economicamente inviáveis e dependerão de ajuda federal para arcar com as novas estruturas de administração pública que precisarão ser instaladas, afirma o economista do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Rogério Boueri.

Prefeitos das cidades que passariam a ser capitais na hipótese de aprovada em plebiscitos a divisão do Pará defendem a criação dos estados. Eles apontam a distância da capital e a consequente ausência do governo estadual como os motivos para a divisão do estado.

Nesta quinta-feira (5), a Câmara aprovou projetos de realização de plebiscitos para decidir sobre a criação dos estados de Carajás e Tapajós, que seriam desmembrados do Pará. No caso de Carajás, um decreto deve ser promulgado pelo presidente do Congresso, José Sarney (PMDB-AP), autorizando a realização da consulta. No caso de Tapajós, o plenário da Câmara aprovou o plebiscito, mas ainda falta votação no Senado.

O economista do Ipea fez cálculos, a pedido do G1, considerando os dados mais recentes disponíveis, referentes a 2008, e concluiu que os estados do Tapajós e de Carajás teriam, respectivamente, um custo de manutenção de R$ 2,2 bilhões e R$ 2,9 bilhões ao ano. Diante da arrecadação projetada para os dois estados, os custos resultariam num déficit de R$ 2,16 bilhões, somando ambos, a ser coberto pelo governo federal, conforme o especialista do Ipea.

O PIB do Pará em 2008, ressaltou o economista, foi de R$ 58,52 bilhões, e o estado gastou 16% disso com a manutenção da máquina pública. O estado do Tapajós gastaria cerca de 51% do seu PIB e o de Carajás, 23%. A média nacional é de 12,72%. "Nessas bases, não tem estado que se sustente", afirma Boueri.

Os cálculos do pesquisador se baseiam nas médias de gasto com a manutenção da máquina pública por habitante em cada estado. A partir disso, considerando as populações dos novos estados em discussão, ele chegou a uma projeção de quanto cada um deles gastaria.

Para piorar a situação, a estimativa não leva em conta os altos investimentos envolvidos na criação de estados, lembra o pesquisador, como a construção de edifícios públicos e, no caso do interior do Pará, a necessidade de implantar infraestrutura, já que será necessário ampliar aeroportos e rodovias. Para Boueri, Tapajós e Carajás "serão estados de boca aberta, esperando o dinheiro do governo federal".

Prefeitos e governador
Maria do Carmo, prefeita de Santarém, prevista para ser a capital de Tapajós, diz que a criação do novo estado é uma reivindicação histórica e cultural. "Estamos a mais de 800 quilômetros da capital. Os recursos e os serviços não chegavam", disse. De acordo com a prefeita, "mesmo com o aumento da presença dos governos federal e estadual, permaneceu o espírito separatista".

Maurino Magalhães, prefeito de Marabá, que pode ser a capital de Carajás, disse que vai "batalhar" pela criação da nova unidade da federação. "A maioria da população da região é favorável à divisão", disse Magalhães. "Somos uma região de difícil acesso e com pouca presença do governo estadual. Por isso, vai ser importante a criação de Carajás para o desenvolvimento da nossa região."

Em nota, o governador do Pará, Simão Jatene (PSDB), se disse favorável ao plebiscito, mas afirma que a população "deve ter total clareza do que vai escolher e suas reais consequências". Fonte: G1

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Ele quer terminar nos braços do Povo


SANEAMENTO - Duciomar garante que até o final do ano entrega a macro drenagem das sub bacias 1, 2 e 3 em 30 dias, o Portal da Amazônia e a orla de 2,5 km em mais uns 4 meses.

HABITAÇÃO - Duciomar quer fazer pelo menos mais 250 apartamentos até o final do seu mandato na Vila da Barca. Já o Antonio Vinagre, condomínio deixado por Ed na Almirante Barroso e abandonado até hoje, deve iniciar as obras ainda este mês, com previsão de entrega de 8 meses.

EDUCAÇÃO - Em pesquisa realizada pela revista Carta Capital mostrou que em Belém não existe falta de vaga nas escolas, a merenda é uma das melhores do país e 78% dos pais aprovam a educação oferecida pela Prefeitura.

Doações ocultas passam de R$ 500 milhões em 2010



Valores recebidos por partidos e comitês, sem identificação dos doadores, supera total registrado em 2006; siglas somam déficit de R$ 31 milhões

Os 12 maiores partidos políticos brasileiros repassaram às campanhas eleitorais de 2010 mais de R$ 500 milhões em doações ocultas. O dinheiro foi transferido a candidatos e comitês eleitorais, que não precisaram informar nominalmente quem estava doando os recursos.

PSD vai controlar máquina de pelo menos R$ 60 bilhões

Novo partido criado pelo prefeito Gilberto Kassab já conta com filiação de dois governadores, cinco vices, seis senadores e cerca de 41 deputados federais; ‘vocação governista’ serve como atrativo para políticos com pretensões a disputar 2012.


O PSD, partido a ser fundado pelo prefeito paulistano Gilberto Kassab, ainda não tem um viés ideológico definido, mas nasce com vocação governista e alto poder de fogo na eleição municipal de 2012: terá sob seu domínio máquinas públicas em Estados e prefeituras com orçamento acima de R$ 60 bilhões.

O poder das estruturas locais será decisivo na eleição para prefeito no ano que vem. Com o registro em cartório marcado para a próxima semana, o PSD surgirá no cenário político nacional com, pelo menos, dois governadores (Amazonas e Santa Catarina) e cinco vices. Além de Kassab, outro prefeito de capital deve fechar com a legenda, o de Maceió, Cícero Almeida (PP).

Na Câmara, são 41 deputados federais comprometidos a entrar na sigla, número que pode chegar a 45. No Senado, dois parlamentares anunciaram o ingresso na legenda, número que pode chegar a seis - entre os que estão no radar do PSD, estão Jayme Campos (DEM-MT) e Ciro Nogueira (PP-PI).

A estratégia inicial da cúpula do partido, desenhada por Kassab, é fortalecer o PSD politicamente, para depois poder viabilizá-lo juridicamente. O pedido de registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), último passo para criação oficial da sigla, quando forem coletadas as quase 500 mil assinaturas, deve ser enviado apenas no fim de junho.